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sábado, janeiro 31, 2004


Não quero deixar de apôr aqui o meu testemunho antes que termine o dia 31 deste mês. Foi um mês prenhe de situações, umas construídas pelos mass maedia, outras que fazem pensar o mais incrédulo dos habitantes deste planeta que já não é tão azul.

Claro que estou preocupado com algumas situações de guerra no planeta; já não há guerrras localizadas, regionais. Hoje, todas as guerras são nossas: minhas, tuas, vossas. Passe-se a guerra ou terrorismo no Afeganistão, nos States, no Iraque, em Israel ou na nossa própria casa. Tudo diz respeito a todos.
Só que neste rectângulo, que mais parece um Joker de um baralho de cartas feito para jogadores experimentados, tudo é amplificado e distorcido por falta e/ou inépcia dos informadores / formadores. Falo nos formadores / informadores, não é a primeira vez que o faço, por saber ser uma questão muito importante na sociedade actual.
Nesta abordagem, realço o resultado das provas globais tão divulgadas nos meios de comunicação social, em que a média de valores nas disciplinas de Português e Matemática é negativa, rondando o número 7(sete).
Não há vontade política para mudar o estado de coisas. Queixa-se uma prifessora, e eu concordo plenamente com ela, que já não se fazem ditados, redacções, textos para responder às questões. Os alunos só preenchem formulários, levando a linguagem minimalista para a educação. No campo da disciplina de Matemática chega-se ao disparate de alguns alunos saberem quanto é 7x8 e não saberem quanto é 8x7. Ninguém conhece a "A Portuguesa", o hino nacional de Portugal.

Enfim, não há cabresto que se arranje para que este estado de coisas tome o rumo certo.

Estou deveras preocupado com outro problema que me deixa sobressaltado. É Inverno, estamos a meio da estação fria, quando a temperatura é normalmente mais baixa. Se não repararam, pelo menos os habitantes a sul do rio Tejo, há mosquitos enormes a passearem pelas paredes brancas dos quartos. O ambiente nestas zonas não sofreu alterações de nota nos últimos tempos para que os mosquitos tenham a capacidade de resistência a este tempo. Sucede que os ovos que ficaram em alguns sítios e que agora são charcos devido às chuvas, começaram a eclodir causando o desespero dos habitantes da Grande Lisboa e para gáudio do meu apetite voraz. Valha-me ao menos isso.

Aqui vai o Hino Nacional composto por Alfredo Keil e Afonso Lopes de Mendonça:



I
Heróis do mar, nobre Povo,
Nação valente, imortal
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

II

Desfralda a invicta Bandeira,
À luz viva do teu céu!
Brade a Europa à terra inteira:
Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo
O Oceano, a rugir d'amor,
E o teu braço vencedor
Deu mundos novos ao Mundo!


Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!

III
Saudai o Sol que desponta
Sobre um ridente porvir;
Seja o eco de uma afronta
O sinal de ressurgir.
Raios dessa aurora forte
São como beijos de mãe,
Que nos guardam, nos sustêm,
Contra as injúrias da sorte.

Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!





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