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sábado, setembro 18, 2004

O meu veneno



A decapitação

Tem-se falado nestes últimos tempos em decapitação. O acto vem do verbo decapitar,decapitare, de caput(cabeça): tirar a cabeça.
O terrorismo é néscio por natureza. Falo do terrorismo das duas margens do rio. Não é a decapitação, pura e simples, por degola, que resolve os problemas inerentes a uma região, a uma sociedade, a uma civilização. Porque há várias civilizações e não uma só, a ocidental, judaico-cristã. Asim como não se resolve o problema do Médio oriente, decapitando selectivamente do corpo que é o movimento terrorista de contestação à presença dos judeus no território que lhes pertence, por jus sanguinis e por jus lex. Decapita-se e aparece um outro chefe no corpo expedicionário do terrorismo; decapita-se e aumenta o ódio dos ocidentais que, se não for parado este ritual contestatário, levará, imperterivelmente, à xenofobia mais primária, com ordem para expulsar os árabes dos paises europeus, alguns deles já cidadãos da Europa, velha, gasta, intelectualmente obtusa e cada vez mais subserviente para com a Bolsa de Nova York. Com todas as consequências no futuro.


flor da paixão

beijo-te flor obscena.
no abraço dos relâmpagos
cai a chuva de pétalas
no corpo do jardim.
é com o sol nos dedos
que brinco na corola
nua de pólen frágil
e no incêndio das flores
na cegueira da luz
uma brisa solar
leva a cinza volida
no fogo brando claro.

josé félix




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