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domingo, novembro 21, 2004

O meu veneno

A memória

De há uns anos a esta parte tem-se verificado por parte dos mass maedia um esquecimento propositado do que se passou na noite de 9 para 10 de Novembro de 1938: a célebre KristallNacht, Noite de Crsital.; as primeiras grandes perseguições de judeus na Alemanha, Áustria e no país dos sudetas. Foram destruídas 200 sinagogas, 7500 lojas de judeus foram roubadas, e 30.000 judeus homens foram levados para os campos de concentração em Dachau, Buchenwald e Sachsenhalsen.

O complexo de Esquerda que persegue os dirigentes e políticos da Europa caduca, cega-os a tal ponto de compararem o Holocausto à separação ou apartheid na África do Sul e à guerra que opõe israelitas e palestinianos. O desconhecimento da história e um nítido alinhamento plítico a favor dos assassinatos de pessoas civis por fanáticos religiosos encapuzados e cintados com bombas retira-lhes o discernimento e a capacidade de análise; ou então, o medo de sentirem na sua própria casa o desejo daqueles que querem ir para o paraíso ao encontro das 77 virgens.

Vale a pena ler a Cronologia do Holocausto para perceber como é que se passaram muitas coisas naquele tempo, desde 1933 a 9 de Setembro de 1945. E não acreditem que o Holocausto foi uma farsa, como pretendem alguns grupos de esquerda, nomeadamente alguns meninos do partido Bloco de Esquerda, em Portugal. Aconteceu mesmo. Leiam a história.

Não me anima qualquer tipo de ódio ou despeito para com o povo árabe, de quem sempre fui e sou admirador, da sua cultura, do que deram ao mundo ocidental, de tecnologia marítima, agrícola e outros conhecimentos como as matemáticas, a Astrologia.
Digo contra, isso sim, todas as formas de homicídio escudando-se numa pretensa guerra de libertação (foram os judeus quem primeiro pegou em armas para lutar pela Palestina, primeiro contra os Otomanos e depois contra a administração britânica com a criação da Haganah que deu origem ao futuro exército de Israel) cujos mentores enveredaram pelo terrorismo internacional depois de iniciarem uma guerra sem tréguas contra a existência de um estado judaico. São esses que ganham o Prémio Nobel da Paz com as mãos manchadas de sangue inocente.

Heth (1)

Jerusalém despida,
a prostituta que serve e suspira

é desprezada pelos que a honram
com as mãos lúbricas
e públicas carícias.

Abre as coxas cidade instável!
Que o aloendro arome e o mel escorra
em todos os que te tocam.

Jacob Kruz

(1)Letra do alfabeto hebraico. Todas as letras, em hebraico, têm um significado.



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