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sexta-feira, novembro 19, 2004

O meu veneno

A Aranhiça está a começar a ficar tonta na minha teia. Enredou-se de tal modo, que não há movimento que lhe baste para sair da minha seda. Já comecei a tecê-la com os meus fios finos, e estou prestes a espetar.-lhe o meu pico no seu ventre onde lhe assinalarei a marca da morte.

Apetece-me transcrever, com a devida vénia, claro, uma frase de Stefan Zweig: "quão belo é o mundo, que consegue criar imbecis deste calibre!".

A dita Aranhiça - já ponho as minhas dúvidas se é fêmea; eu penso que é hermafrodita -, anda tão tonta, que escreve os comentários em qualquer sítio, como aquelas mariposas de "ferro de engomar" que se deitam em qualquer capim para satisfazer os desejos cárneos dos chulos e dos proxenetas.
Diz que eu sou um judeu sionista e que quero 3 árabes por cada judeu morto pelos nazis. É ela/ele, o bicho hermafrodita(?) quem o diz. Nunca disse nada contra um árabe, nem contra qualquer cidadão nacional de outro país. Não sou a favor de ninguém, o que me dá o direito de emitir e/ou omitir a minha opinião. Teço os meus comentários apátridas, apátrida que sou. Esse ser hermafrodita pensa que eu sou o seu caracol, mas não sou. Tenho nojo das «lâminas de barbear»; cortam dos dois lados.

A seguir transcrevo, ipsis verbis o que o ser ignoto diz acerca do que eu escrevo, e mais ainda.:
-"Você junta as palavras mais lindas só para você? É um egoistão. Devia deixar algo para os outros. Andei passeando pela teia e vi coisas q nem as moscas querem ver. E O Q ME DÁ MAIS GOZO É ESSE SEU LINK. Um pergunta: você se julgaria um baita de um talento se o linkassem para a historia da literatura israelita ou para a portuguesa?"

Eu não me inmportaria nada que ligassem o meu nome (não gosto de estrangeirismos, e quando os utilizo assinalo-os como é dever) para a história da literatura israelita ou para a história da literatura de qualquer país, pois para a história da Literatura Portuguesa já estou e como membro da Associação Portuguesa de Escritores. A Aranhiça é que, só, talvez pudesse ser ligada para a história da palavra mínima das mensagens SMS, com a utilização estúpida dos «q»; só que o português é tão mau que até aí seria excluida.

Caros amigos da minha Teia, não se afobem com estas criaturas que aparecem e desaparecem como aquela margarida no início do blogue. As boninas do campo são efémeras, apesar de bonitas. As aranhiças, como devem ser seres virtuais, desaparecem com um simples golpe de saliva. A linguagem que ela utiliza não aceita a diferença do outro, e este é sempre um princípio para a má educação.
Morrerá mais cedo do que pensa, enredada no próprio vício. Não vou perder mais tempo com um ser bestial(de bestia, cara Aranhiça).



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