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quarta-feira, fevereiro 09, 2005


O meu veneno

Supõe-se que na altura da propaganda eleitoral a criatividade dos políticos e dos homens do «marketing» político venha ao topo. Ora, não sucede isso, e a campanha eleitoral, desde o partido mais pequeno ao partido maior, revela uma grande falta de humor, de carácter, de vigor democrático e, acima de tudo, respeito pela diferença do outro.
Portugal continua, a ser o paisinho que todos pensamos que é. Os cartazes não revelam qualquer apelo. Quando é uma boa hora para mostrar aos eleitores o Programa de Partido e as propostas, através dele, para arrumar a casa e tentar, digo, tentar, resolver os problemas estruturais deste terreno, o que fazem eles? Atacam-se pessoalmente, não discutem ideias, e todos tentam passar uma maensagem pela negativa.
A riqueza deste país está, precisaente, no tamanho da tacanhez que veste os nossos políticos e dirigentes.

Este ano ainda não há novodades literárias no campo da poesia. Ainda lá estão o Manuel Gusmão com Migrações de Fogo e Invisíveis Correntes de João Miguel Fernandes Jorge. Dizem que isto é um país de poetas, eu diria que é um pais de pu(e)tas.



no monte apagado
em sol eu descaio
trazendo pecado

Luiza Proença

se é fado e se é noite
o que o rosto cobre
e se descai sobre
o teu corpo o açoite
certamente foi-te
o desejo ougado
trazendo pecado.

se é tanta a paixão
que a noite te traz
gazela capaz
tu tens o condão
da nobre missão
deste fogo amado
trazendo pecado.

José Félix


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