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sexta-feira, junho 10, 2005

O meu veneno

Dia 10 de Junho: dia de Camões, Portugal e das Comunidades.
O Professor Hermano Saraiva diz que Portugal escolheu um dia da cultura para assinalar o Dia Nacional. Nem por isso o país é dos mais cultos da Europa dos 25.
Não é, claro, sobre isso que eu quero escrever. Quero escrever sobre o que me foi dado ver nas comemorações do dia 10 de Junho, em Guimarães.
O Sr. Benard da Costa passou 50% do tempo a falar dele e do seu último discurso como organizador das comemorações do 10 de junho.
O Presidente da República, imagine-se, pediu patriotismo aos portugueses para ultrapassar a crise. Ultrapasar a crise num país onde os trabalhadores são os que mais horas de trabalho têm e menos produzem na Europa. É aqui que os responsáveis pela governação de Portugal deviam centrar a atenção para começarem a resolver os problemas que esta província ibérica atravessa. Mas não!

Lá estavam eles todos, os do regime, a receberem as Ordens e as Comendas com as melhores vestimentas e sorrisos e gestos de subserviência. Com reformas chorudas; duplas, triplas, mais os ordenados dos actuais empregos, enquanto a classe média (eu chamo-lhe a classe mínima) rebusca nos bolsos o cotão para diminuir o défice.

vilancete


em teus olhos o meu espelho
que farei com tanto, amor,
ai, de mim, minha senhor.

minha penélope, aquieta,
é na renda do teu corpo
que com minhas mãos me perco
e no tempo da ampulheta
me tomas com todo o ardor,
ai, de mim, minha senhor.

coa doçura de nausicaa
encanta-me o teu falar
e em todo o gesto de amar
bailam as notas da música;
tão leves, suaves, melódica,
que me vou em tanto amor,
ai, de mim, minha senhor.

josé félix


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