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quinta-feira, setembro 01, 2005

O meu veneno

A procissão de Mário Soares

Segundo José Pedro Machado, autor do Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, e grade cultor da nossa língua, falecido recentemente aos 91 anos de idade, procissão, do latim processiõne-, tem o significado de «acto de avançar, de ir para a frente».
Sucede que, como em todos os sectores da sociedade portuguesa, há um retrocesso galopante, também, na «ciência dos negócios do estado» . Quer queiramos quer não, a própria figura do Dr. Mário Soares é um verdadeiro caminho para trás. A leitura do discurso, com vários erros de pronúncia, denuncia, senão a senilidade mental, um ramal para esse caminho. O profissionalismo de outros tempos não permitiria que houvesse quebra de energia eléctrica por duas vezes.
Não há gente nova que se interesse pelos negócios do estado? Pois bem. Os sucessivos governos, desde o 25 de Abril, que conduziram o Estado Português são os únicos culpados pelo desinteresse generalizado dos jovens, e já das camadas menos jovens, pela res publica devido à transformação dos políticos em classe social.
Por isso, eu digo que a procissão de Mário Soares é um caminho que levar-nos-á, ainda mais, para trás da montanha, embora alguns pensem que é a parte da frente do obstáculo geográfico.
O circo continua dentro de momentos.

No jardim de crisântemos

Amor, és a mais pura das mulheres.

Não precisas dos doze meses
de mirra e especiarias
a que foram votadas as mulheres
do rei Assuero.

E porque nada pedes a ti dou-me
no jardim de crisântemos.

Beijo-lhes os capítulos,
tomo o aroma do teu ventre


e sereno, adormeço.

Jacob Kruz


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