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domingo, janeiro 01, 2006

O meu veneno

Começa mais um ano: trezentos e sessenta e cinco dias.
Nunca fiz, não faço hoje, nem farei amanhã um balanço do que foi antes. É verter água no molhado e não perco tempo a pensar no que poderia ter sido se tivesse feito de outra maneira. Está feito, e pronto.
Sei que o que fizer agora irá reflectir-se depois. Isso basta-me. Portanto, o melhor é concentrar-me com unhas e dentes no que posso e devo fazer hoje, sem reticências. Um aparte: agradeço aos leitores a paciência que têm tido ao lerem os meus textos.
Não estou aqui para agradar a quem quer que seja, nem para sugerir ou insinuar que as minhas ideias são as melhores para os outros. Eu penso como penso, os outros pensam como pensam, e passamos todos muito bem com o que pensamos acerca da vida das pessoas. É disso que se trata.
Abanar o cérebro e fazer que os leitores tenham uma visão mais alargada sobre um determinado assunto, um conceito, uma lei, uma regra é oobjectivo mais lato . Acima de tudo, aprender com aqueles que discordam.
Desejo a todos um ano de 2006 com menos problemas, e que os impostos sejam arrecadados de tal forma que a distruibuição mais justa possa compensar aqueles que necessitam mais.
De resto são as palavras que vão determinar as atitudes, segundo a visão socio-política de cada um.

vestígios

palavras breves sacodem o vento
na margem dos lábios.
a sabedoria enternece-se
na longevidade do rosto
sereno, subtil e grave,
quando as perguntas pousam
como asas de pássaros
na viagem do tempo.

as palavras são vestígios
de raízes antigas bebendo
a sede na linha da água.

josé félix in o outro lado da fala

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