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quarta-feira, maio 03, 2006

O meu veneno

Esquerdismos e fundamentalismos

Todos os povos têm o direito de escolher o sistema político que querem. Os árabes, os judeus, os europeus, os asiáticos e os americanos.
Os sistemas políticos não podem subverter o direito dos povos à liberdade fundamental, física e intelectual.
O que se passa em alguns paises árabes e noutros países latino-amercanos é a subversão, pura e simples, ideológica, para manter os povos sob a alçada da propaganda de regime, mesmo que o poder tenha sido conquistado pelo voto, a consagração das democracias modernas.
Vejamos o que se passa com Cuba onde Fidel de Castro, na arrogância do impotente, mantém centenas de presos por discordarem da condução política do país, transformando-se em falso David perante o Golias de Washington; a Venezuela governada por um títere chamado Hugo Chaves que só se mantém no poder pela força dos militares; a Bolívia e o recém-chegado Evo Morales, eleito pelo povo e que agora desafia as grandes companhias petrolíferas, trocando-lhes a percentagem do lucro. O mais certo é o povo que votou nele, e não só, começar a ter dificuldades na aquisição de alimentos e outros produtos de necessidade básica devido à dificuldade em fazer escoar o gás e o petróleo nacionalizados.
o Irão não é muito diferente dos paises que atrás referi. O Irão só tem petróleo e pistachios. O Presidente do Irão convenceu o povo que o elegeu de que Alá trará a felicidade com a energia nuclear.
Todos sabemos que o Irão, o segundo maior produtor de petróleo do mundo, não está preocupado com as suas reservas, nem tem uma visão económica sobre o assunto. O problema é essencialmente político, dito aos sete ventos e quase todas as semanas, e tem a ver com a existência do estado de Israel.
Se o Irão tivesse dito que as centrais nucleares eram só para produzir energia e para fins científicos e não tivesse nomeado a eliminação do Estado de Israel, provavelmente a AIEA daria o seu acordo.
Assim, não! Nenhum estado pode querer a eliminação de outro seja por que via for.

os meus ossos
ao ivan junqueira


trabalho os ossos na vil paciência
de quem ainda tem caminho certo
requeiro a um e a outro a tal licença
pra se mover na vida o rumo incerto.
conforme a vida vai , e a mudança
dos ossos, soltos, e por fim liberto,
não choro o rosto dos que são usança
dos néscios fazendo dos seus protesto.
é nas ossadas que se mente a história
e se inventa a memória que não é
dos fracos, e se canta toda a glória
da vida nunca solta da ralé.
os ossos são só meus, de mais ninguém.
ninguém os cante nem sirvam a alguém.


josé félix

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