<$BlogRSDUrl$>

segunda-feira, julho 10, 2006

O IICT - Instituto de Investigação Científica Tropical publicou um estudo sobre a apropriação da escrita pelos africcanos. O estudo em questão, Africae Monumenta, a apropriação da escrita pelos africanos, arquivo Caculo Cacahenda, com edição e textos de Ana Paula Tavares e Catarina Madeira Santos, deita por terra a ideia da historiografia de que as sociedades africanas tradicionais se definiam como sociedade da oralidade, uma vez que nunca teriam usado a escrita.
Este estudo contém inúmeras fontes que comprovam o contrário, sobre a escrita em Angola, e que as ditas sociedades africanas da oralidade usaram a escrita para se comunicarem entre si, principalmente os chefes tribais, ou dembos, e entre estes e as autoridades coloniais. Os documentos transcritos e paleografados datam desde 1718, havendo a certeza de que antes também se comunicavam através da escrita pelo que urge fazer um trabalho aturado sobre o assunto, até aos anos 20 do século 20.
A escrita como meio de comunicação, realcionamento, comércio e como forma de poder.
Africae Monumenta, Apropriação da Escrita pelos Africanos, Volume I, Arquivo Caculo Cacahenda, (Edição, Glossário e Textos por: Ana Paula Tavares e Catarina Madeira Santos)IICT, Lisboa, CEHCA, 2002.

intensidade


no labirinto aberto
o corpo, a arte
que ilumina a sombra
descoberta

dá-se à luz rarefeita
na intrusão
do gesto casto
permanente, virgem.

na geometria do desenho o tronco
liberto de conceitos
tende a rama

que escama o tempo
no descanso claro
da chama que arde, parte com a luz.

com a iluminação desfeita
a sombra
adoece na clareira aprisionada.

josé félix in fácil é o movimento das folhas

| |

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

AddMe.com, Search Engine Optimization and Submission Weblog Commenting and Trackback by HaloScan.com






br>


referer referrer referers referrers http_referer