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domingo, julho 16, 2006

O meu veneno

A força proporcional ou o olho por olho, dente por dente.

Se o meu vizinho atirar pedras para dentro de minha casa, o mais certo, não sei, é eu responder com pedras, se as tiver à mão, ou usar um ariete e arrombar a porta para depois, com o que tiver mais perto, acometer contra o vizinho e dar-lhe "uma lição" pelo tresloucado acto de invasão e provocação.

Cada um luta com as armas que tem. Não é pelo facto de o Hamas ter os velhos mísseis Qassam que causam mortes como os helicanhões israelitas que se pode ou deve falar de resposta proporcional. Na guerra não há respostas proporcionais. É um eufemismo moderno, inventado pela esquerda complexada, pela Europa velha e caquética sem soluções para os seus próprios problemas, e pela velha e santa Rússia de Putin que utiliza os meios mais modernos de guerra contra o terrorismo tchechéno e ingúchio.

Israel é um estado de direito, reconhecido, e como tal deve ser respeitado pelos vizinhos. Se assim não é sujeitam-se à resposta com todos os meios ao seu alcance para defender os seus filhos, as suas terras, as suas casas.

Não é pelo facto de os palestinianos usarem pedras, velhos Qassam, e explodirem-se com a ordem de Alá, que têm razão.

Lembrem-se, quem lutou contra o domínio britânico sobre aquele território foram os judeus. Os palestinianos só se lembraram que pertencem àquela região depois de 1948, apesar de haver escaramuças desde 1896, data da criação do sionismo por Theodore Hertzl. O único erro da Sociedade das Nações terá sido a divisão do território conferindo 2/3 ao povo judeu sendo uma minoria, aquando da atribuição de um estado Judeu e outro estado Árabe na Palestina.

Outro ponto muito importante é Israel ter 15,1% de árabes, mussulmanos, cerca de um milhão de habitantes, que são cidadãos israelitas representados no Knesset, o paralmento judeu, cristãos, arménios, drusos, falachas.

É mau quando Deus tem um partido, o Hezbolah, que rapta, mata, incendeia e não quer um vizinho como Israel que já demonstrou querer viver em paz com quem o rodeia.



Pretexto

Talvez passe por aí, amigo, onde o poema corre como o vinho em noites de folguedo de palavras e lembremos o nome dos frutos e dos pássaros em noites de labareda. Há muito tempo que não sinto a generosidade do sol, e os passos que caminho à beira dos vendavais não escolhem a metodologia do objectivo; erram sobre a cinza do silêncio e as palavras verdes aquietam gestos de circunstância. Talvez, amigo, é uma certeza de espelhos, como um jogo de reflexos.

josé félix


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