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quarta-feira, setembro 27, 2006

O meu veneno

Os pactos sempre me cheiraram a conspiração. Não é que estejam na moda e daí possa advir qualquer pecado de lesa-magestade. Sempre tive, e tenho, receio dos pactos sejam eles quais forem e sobre que matérias eles sejam constituídos.
Vejamos! O pacto (entre os dois partidos que partilham a governação do país) da Justiça deixou de fora pontos importantes como os crimes de «colarinho branco» e os crimes cometidos pelos dirigentes desportivos.
Em Portugal separa-se tudo. A justiça não é só uma teia que apanha apenas os mosquitos, deixando os moscardos de fora, mas é composta por várias teias cujas aranhas trabalham cada uma de per si, cada uma com a sua pequenina lei. O desporto não tem a ver com a Lei Penal comum e é ver o chorrilho de disparates que os grandes e pequenos clubes dizem e cometem, as intervenções públicas dos seus dirigentes como se estivéssemos em período pré insurreccional. A falta de cultura (no sentido de kultur - a de Werther - versus zivilisation) exprime-se através da arrogância como prémio da ignorância e da estupidez.
Os pactos, da Justiça, da Segurança Social, da Educação, da Cultura, da Agricultura, da Saúde funcionam como as teias da Justiça.
O único Pacto que deve ser feito é o Pacto de Regime Único patra o Estado. O resto é Show Off!


5.

um velho distribui miolo de pão
pelos pardais.

as crianças comem amoras silvestres.

a vida é simples: um passo depois do outro.



josé félix vagabundagem (folheando os dias)
um tributo ao poeta chinês do século VII Han-Shan

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