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sábado, janeiro 06, 2007

"[...]o que resta de verde
é uma luta em que este vencerá um dia[...]"

carlos peres feio

não há cor que limite ou incite a dor
que viaja na nesga da memória;
talvez porque o desejo que se vê seja
uma falácia uma carícia que engana
o sentido arbitrário consentido
como um falsário de promessas. e tu
que arremessas a cor predestinada
noutra voz enganosa de receio
no anseio dessa cor maldita vertes
a cor de sangue nesse bangue-bangue
que desfralda em mil gritos a grinalda
do eterno aflito que vai para o averno.
verde que não me reste verde que me arda
como o dia que não conhece a alegria.

José Félix

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