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quarta-feira, abril 25, 2007

O meu veneno

O 25 de Abril

A solenidade da comemoração da data de 25 de Abril de 1974 na Assembleia da República teve dois momentos dignos de nota. Quer queiramos quer não queiramos, sejam os leitores simpatizantes ou não de um ou de outro partido, houve dois discursos que vão marcar a agenda de intervenções na Comunicação Social: o discurso do deputado Paulo Rangel e o discurso do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva. O primeiro, o de Paulo Rangel, é um discurso muito bem feito, muito bem estruturado, e que focou alguns pontos essenciais e que têm feito gastar muita tinta e palavras, muitas delas vãs, acerca da qualidade da democracia, da tentaiva de controlo da comunicação. O segundo, o discurso do Presidente da República questionou, como eu também tenho questionado de alguns anos a esta parte, sobre como se deve comemorar a data de 25 de Abril de 1974. Foi um discurso virado para os jovens que primou pela positiva.
O prior discurso foi o da deputada Maria de Belém. Um discurso muito mal feito, sem fio condutor entre as frases e os parágrafos. Foi um rol de citações, desde Paul Ricouer, Kant, António Damásio e outros nomes sonantes.
Assim se comemora a data de 25 de Abril de 1974 sem fogo. Só fumaça.

abril vinte e cinco ─
há muitos cravos vermelhos
murchos na lapela.

josé félix

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