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quarta-feira, dezembro 12, 2007

a fausto bordalo dias

na nervura do lençol
o meu amor enaltece
tão sereno e exlamado
o meu amor acontece

brando é este meu fado
se o meu amor entristece
entra tudo em desalinho
como se nada fizesse

no teu cabelo de linho
a minha mão estremece
quando o teu sorriso vem
no teu corpo o meu se aquece

eu sei que tu vens por bem
também nada em nós se esquece
dás o teu corpo maduro
o meu amor amadurece

e com o gesto seguro
mesmo se o corpo anoitece
é mel é figo maduro
quando o amor envelhece.

josé félix

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sexta-feira, dezembro 07, 2007

na inocência do sono

na inocência do sono a noite vem
e atravessa a fina luz na parede ─
linha fissura que resiste à vida,
manchas quase iguais de súbita claridade.
no livre arbítrio o olhar consome a chama
na clareza da sombra onde adormece o sonho
tirado à realidade da franqueza
que ilumina inocentemente a escuridão.
é pródiga a loucura da iluminação
quando o sonho regressa à clareira;
as asas morrem no corpo adormecido
no calor do desejo de ícaro
que não pressente a morte no caminho do sol.

josé félix

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sábado, dezembro 01, 2007

O meu veneno

O dia 1 de Dezembro continua a ser uma data esquecida para a maioria dos portugueses. A restauração da independência é mais um feirado esquecido do calendário português. O futebol e a mecânica que o rege continua a ter primazia na mente dos cidadãos. As mialgias dos jogadores, os tornozelos, as entorses, as nomeações para o melhor jogador, o Sr. Scolari, o Sr. Mourinho são os assuntos principais dos «miguéis de vasconcelos» e das «duquesas de mântua» deste país intercalado entre o Peru e a Bolívia.

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