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quinta-feira, abril 17, 2008

o desenho de uma vida


Com o tempo perdi o rosto
que me encontrava no ombro da memória.
Vinha com um sorriso, e até o cheiro
das flores impossíveis me passeavam
no suplício bem-vindo, de estar assim;
voltar a caminhar os passos duplos
na sincronização amorosa, livre
de intenções, das quais não fossem deixar
no caminho a labareda dos amantes.
Que traços e que olhar ainda me prendem
à constelação das rugas,
nesta possível iluminação fátua,
brincando azul nos dias modestos.
Uma palavra é o desenho de uma vida

José Félix

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