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sábado, maio 31, 2008

a anamnese na parede

uma parede, sempre a mesma face
tão branca como o olhar de ave rapace
que me devora a carne da memória
e na surpresa branca da história

vou construindo a iluminação
como o sabor que reflecte o escanção
no travo da bebida no palato
se abriga a escrita no sentido lato

da frase solta na voz do poema
que ecoa luz feixe arbóreo xilema
a idade que caminha e que se perde
tal qual braseiro de madeira que arde

a cinza na parede é o desenho
feito de tal maneira com empenho
por onde a sombra iluminada e clara
se torna fútil natureza avara.

josé félix

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