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domingo, janeiro 11, 2009

O meu veneno

A hipocrisia da esquerda

Tem-se dito e escrito muita coisa acerca da guerra que opõe o Estado de Israel e o Hamas. Uma grande percentagem das notícias é falaciosa, falta à verdade e é, normalmente, parcial e pró Hamas.

Durante o período de tréguas e enquanto o Hamas lançou "rockets", mísseis Qassam e outros mísseis de origem chinesa para o Estado de Israel, não se viu nem se ouviu um lamento, uma revolta contra o terrorismo do Hamas que é uma organiação que não aceita o Estado de Israel, o único estado democrático da região.

Inês Pedrosa diz que os mísseis do Hamas são de chocolate e, por isso, a esquerda cheia de complexos

inibe-se e fica constrangida para denunciar os crimes cometidos por esta organização contra o Estado hebreu. Isto, por um lado.

Por outro lado, não se vê a esquerda denunciar as ditaduras islâmicas em África como, por exemplo, a do Sudão que comete genocídio contra os habitantes da região do Darfur; não se revoltam contra os regimes ditatoriais árabes que espoliam o seu povo, onde as mulheres não têm direitos políticos, civis e são meros sacos de reprodução e vivem na qualidade de escravos; não falam na ditadura da Mauritânia onde há escravatura dos não muçulmanos.

Parafraseando, ainda, Inês Pedrosa: "Israel é uma nação, o Hamas é um gangue."

o cânone da corrente

vejo-te nascer de um lábio ferido.

na humidade que poisas na flor

sossega a grandeza da humanidade.

não há plebiscito para a condição humana

mesmo quando se perverte o estabelecido.

para que nasças basta um cristal de água

adormecer-te a semente

e a sede te visite religiosamente

segundo o cânone da corrente.

o teu lábio curar-se-à de seiva.


josé félix


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